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O QUE FALAR DURANTE O SEXO? O GUIA DO DIRTY TALK

pousada_ipes O QUE FALAR DURANTE O SEXO? O GUIA DO DIRTY TALK (Foto: iStock/Think Stock/Getty Images)

Um elogio safado. Uma fantasia sussurrada ao pé do ouvido. A descrição de uma cena erótica. São apenas palavras, mas se usadas no contexto adequado, têm o poder de esquentar o momento e deixar o tesão à flor da pele.

Ao se despertar a imaginação sobre aquilo que mexe com os instintos, provocam-se sensações físicas de imediato. O efeito é certeiro, quando se sabe usar as palavras.

O PODER DO DIRTY TALK

É difícil definir limites ao dirty talk. Palavrões e até grosserias podem soar bem excitantes para uma parceira sem frescuras. O linguajar sujo é capaz de tornar o sexo ainda mais selvagem. Na hora de abrir a boca na cama, é melhor se livrar de travas e deixar o desejo te guiar livremente.

E se “nem todas mulheres gostam de apanhar, só as normais”, como afirmou Nelson Rodrigues, o mesmo vale quando se refere a escutar um xingamento na cama. Muitas ficam rebuliçadas ao serem chamadas de “putinha” na hora H e ao ouvirem boas sacanagens.

É o mesmo que dizer: “Comigo você está livre para ser puta”, como se a liberasse para agir por instinto, para sair da formalidade social e deixar sua sexualidade aflorar.

Então você a conduz por fantasias eróticas. É como um jogo de adivinhação. Você cria uma situação, sugere, e pode assim descobrir o que ela mais gosta – melhor ainda se a garota empolgar e também soltar o verbo contigo.

COMO FAZER O DIRTY TALK


Essa é uma oportunidade para exercitar a criatividade e formular situações onde vocês possam se ver. Algumas ideias verbalizadas na cama realmente têm a capacidade de habitar o imaginário e assumir o papel de fetiches, posteriormente.

Porém, mesmo ao pegar pesado, mostre que você é educado e respeita a garota. Então cuidado com os nomes que usa. Se “putinha” pode inspirar liberdade, chamar de “vadia” tem o poder de sugerir culpa – como se o cara achasse que a mulher que goza é uma vagabunda.

Não, calma, não precisa se censurar. Vale dosar ao usar nomes sujos e expressões depravadas para se referir a ela. Dizer também que a gata tem cara de princesa, criar apelidos intimistas é válido.

Se é gostoso levar uns tapas durante o sexo, a sensação fica ainda melhor quando, depois, o rapaz cobre aquela pele dolorida de beijinhos. Agir com brutalidade não te impede de ser carinhoso.

Muitas são as formas de estimular sua parceira com aquilo que você disser. Elogiar seu sexo, seu jeitinho, a forma como ela te pega e te olha. Descrever detalhes. Narrar o seu ponto de vista da cena. Expressar desejos e vontades. Essa é a hora de fazer uso daquele vocabulário mais chulo. E nada de ser polido – afinal, sexo limpinho não tem tanta graça.

Se quiser entrar neste jogo, tenha em mente as dicas a seguir:

1# NÃO DIGA NADA FORÇADO: Você deve se sentir confortável com o que disser – palavras realmente excitantes surgem naturalmente de desejos legítimos. Diga o que vier à sua mente. Espontaneidade soa sempre mais sexy.

2# A FORMA COMO É DITO É ESSENCIAL: O tom de voz, seus gemidos, grunhidos e suspiros têm tanto significado quanto as palavras que você usar. Se a parceira for submissa, emita ordens e a terá em sua mão.

3# DIRTY TALK NÃO SIGNIFICA FALTA DE RESPEITO: Não é porque a garota gosta de ser chamada de puta entre quatro paredes que você pode difamá-la ou ser estúpido com ela depois que o sexo acabar. Se não sabe brincar, não desce para o play.